segunda-feira, dezembro 04, 2006

The Cult - Beyond Good And Evil

O Cult foi uma daquelas bandas que fez bastante sucesso, mas que depois desapareceu, e é mais ou menos assim a história dos caras. Lançaram álbuns ótimas como Electric e Sonic Temple mas infelizmente não conseguiram seguir a linha e dai começou as confusões. Troca de integrantes, bebedeiras, brigas e aquela coisa toda, fizeram com que os anos 90 não fosse nada produtivo, lançando discos fraquíssimos até a banda dar um tempo. Então em 99, Astbury e Duff resolvem voltar, contando agora com o conceituado baterista Matt Sorum e o ex-baixista do Porno For Pyros Martyn LeNoble, e gravam esse disco, Beyond Good And Evil, que marca a volta da banda em grande estilo, deixando pra trás os péssimos trabalhos e fazendo um disco pesado, guitarreira comendo solto, ótimas melodias, clássico do Cult, que tu escuta e fica pensando assim "Putz, que som do caralho!". Você consegue notar isso já pela música de abertura, que começa em forma de protesto: "War(The Process)", e logo em seguida a música "Rise" que é fantástico, Hard Rock de primeira, se você tiver oportunidade de alugar o DVD, olhe, essa música ao vivo fica melhor ainda. Mas como nem tudo na vida do Cult são flores, a banda se separou e voltou de novo em 2005, mas está parada, pois Ian Astbury, junto com os remanescentes do Doors, Os Riders On The Storm, resolveram fazer o The Doors of The 21th Century, músicas do Doors com a voz de Astbury no lugar do Morrison, e falando em Morrison e Astbury, ele foi convidado para fazer o papel dele no filme da banda, dirigido por Oliver Stone, que acabou optando por Val Kilmer, acho que foi uma boa escolha por ambas as partes. E para a alegria de todos, a banda esta em turnê e esta em terras sul-americanas, e estará passando nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, e como sempre, nós aqui do Sul, acabamos ficando na mão. Enfim, história meio conturbada, mas que gerou belos frutos, como esse, que para escutar, é só clicar na capinha e fazer o download.

P.S.: John Tempesta garantiu em seu MySpace que o Cult irá trabalhar em um cd novo em 2007, vamos esperar para ver no que vai dar.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Minutemen - The Punch Line

A primeira vez que eu ouvi Minutemen, eu imaginei uma banda, que fosse meio Clash, meio Kennedys, pelas vozes ,que lembram os dois, e também o intrumental, guitarras as vezes, meio funk, que lembra o Clash e batera rapidinha dos Kennedys, enfim uma mistura muito boa. Enfim, isso foi a experiência, provávelmente, tu que conheçe, deve estar achando meio bobagera, mas o que eu tenho pra fazer aqui é disponibilizar música de 1ª, e é justamente isso o que os caras do Minutemen faziam. A banda é uma das mais importante no cenário Punk/Alternativo dos anos 80 dos E.U.A. sendo formada em 1980, na Califórnia, mais exatamente em San Pedro, pelo lendário guitarrista da banda D.Boon e o baixista Mike Watt, que eram amigos desde a infância, e ja tocavam juntos, e o baterista George Hurley. The Punch Line é o primeiro cd da banda, lançado em 1981, e que tem curiosidades bem interssante, pois é um cd que tem 18 músicas e apenas 15 minutos! As músicas, na maioria delas, não passam de 1 minuto, mas não é por causa disso que a banda tem esse nome, bem que seria bem sugestivo, mas é por causa dos soldados da primeira guerra dos Estados Unidos, eram guerreiros, que independente da hora que fossem chamados, estavam prontos para a luta. O discão foi gravado em uma noite apenas, pois as diárias eram mais baratas, gravada numa fita usada e na mesma ordem que havia sido gravada. Nesse álbum podemos ouvir todos os integrantes do trio cantando, inclusive o batera George Hurley que dá a voz para "Ruins". Apesar de tudo, a disco é muito bom mesmo, para as dificuldades que a banda teve para consiguit gravá-lo, e hoje é uma das bandas mais influentes na música Punk, ao lado de grandes nomes como Black Flag, Hüsker e Minor Threat. Para conferir o som, clique na capa e baixe o som.

Hazen Street - Hazen St.

Antes de qualquer coisa, eu gostaria de perguntar uma coisa: Qual sua opinião sobre "Dreamteams"? independente do tipo, futebol, banda, filmes. Bom, na minha opinião, acho que não funciona como deveria, usando como exemplo o Real Madrid, lembram? Ronaldo, Zidane, Robinho, Beckham e todos esses nomes milionários, era time pra não perder nenhum jogo e como ficou? pois é, minha opinião sobre isso é mais ou menos assim. O Hazen Street também é um "Dreamteam" do punk rock atual e que não foge muito da fórmula citada antes, estrelas que separadas, fazem ótimo trabalhos e que quando você junta tudo e põe a trabalhar junto, não fica como você esperava. Pra começar, a banda tem dois vocais, e são vocalistas de bandas que eu admiro muito e gosto pra cacete, que é o Fredy Cricien do Madball e o Toby Morse do H2O, duas grandes representantes do NYHC de hoje. Na guitarra tem David Kennedy, das bandas homosexuais Boxcar Racer e da pior ainda AVA. A Outra guitarra foi gravada pelo Chad, do NFG, mas não saiu em turnê por causa de sua banda, então foi substituído pelo Mitts, guitarrista do Madball. Falando em Madball, adivinha quem é o baixista? O grande (sentido literal mesmo) Hoya. Na batera temos Mackie Jason, da lendária Cro-Mags de NY. O álbum foi lançado em 2004, e saíram em turnê com o P.O.D. e atualmente a banda está parada, pois quase todos estão trabalhando com suas bandas principais. Se você leu até aqui, deve achar que a banda é bosta, mas não é para tanto, é que tendo tanto gente de alto escalão, eu esperava algo sensacional, mas soa convecional, não chega ter a agressividade do Madball e nem a velocidade do H2O, as vezes soa popzinho, as vezes melódico. Esse disco eu postei mais para mostrar a banda que não chegou a ter muira divulgação, e pra quem gosta de punk, é interessante conheçer o trabalho dos caras. clique na capa e baixe o som.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Beastie Boys - Paul's Boutique

No Tempo em que a criolada só falava em se matar e meter bala um no outro, três branquelos de Nova Iorque se meteram na jogada, e mandaram ver, com letras muito bem humoradas e toda a energia que eles traziam do punk botaram pra quebrar. To falando de MCA, Ad Rock e Mike-D, os três integrantes do Beastie Boys que mudaram o jeito de fazer hip-hop.
Paul's Boutique é o segundo disco dos nova iorquinos, após lançarem o clássico Licensed To Ill, largaram a Def Jam e passaram a gravar pela Capitol Records e lançaram em 1989, esse baita disco. Quando a banda lançou o disco, não vendeu tanto quanto o álbum interior, mas ganhou várias resenhas positivas, sendo muito bem recebido pela crítica, e após uma jogada da Capitol o cd vendeu horrores e hoje é considerado um dos mais importantes cds de hip-hop de todos os tempos. Com letras e musicalidade bem variada, o cd foi produzido pelos Dust Brothers (Responsáveis pela troca de nome do Chemical Brothers) que fizeram um ótimo trabalho, inovando nos samples, estabilizando a prática e dando credibilidade a banda. Ótimas músicas como "Jimmy Rail", "Hey Ladies", "Looking Down The Barrel Of A Gun" e "Car Thief" aqui estão presentes, que são uma das minha preferidas. Para conferir, clique na capa e baixe o som.

terça-feira, novembro 28, 2006

Pixies - Surfer Rosa

Surfer Rosa, primeiro disco de estúdio do Pixies, lançado em 1988, após a receptividade satisfatoria do primeiro EP Come On Pilgrim. Surfer Rosa é o mais cru e barulhento disco da carreira deles, com músicas irreverentes, criativas, sarcásticas e inusitadas. Produzido por Steve Albini, esse disco influênciou muita gente dentro do rock independente anos 90, inclusive Kurt Cobain, que dizia que esse disco era uma das suas principais influências e que foi o ponto alto do Pixies. Albini recém tinha saído de sua banda de noise Big Black quando produziu o disco, trazendo alguns elementos que são notáveis, como o som único da bateria e vocais distorcidos como vemos no pesadíssima "Something Against You". O disco a princípio, se chamaria Gigantic (Nome da faixa que virou o primeiro single da banda), porém, para evitar interpretações erradas ou desintendimentos, mudaram para Surfer Rosa, da letra de "Oh My Golly": "Besando, chichando con Surfer Rosa".
No cd também está presente uma das músicas mais famosa da banda, "Where Is My Mind?" que participou da trilha sonora do filme Clube da Luta. Junto com Doolitle, Surfer Rosa são os melhores trabalhos dessa influente banda de indie rock 80/90, para baixar o disco, é só clicar na capa.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Jimmy Eat World - Bleed American

Após um hiatus de um fim de semana, volto a postar, tinha ido pra São Paulo (Pra quem não sabe, sou do RS), ver um evento de carro, o X-treme, muito legal por sinal (Se quiser olhar algumas fotos, pode acessar aqui). Enfim, eu tinha feito o upload desse disco sexta-feira mesmo, só não tinha escrito nada, e como essa é a melhor parte, pra mim, só me restou fazer isso agora. Bleed American é o quarto disco da banda, e o cd que foi o responsável pela sua enorme popularidade e reconhecimento. No outro post, ja falei sobre o rolo da banda com os rótulos, de como a mídia agiu para fazer como fossem conhecidos por emos ou alternas, termos que podem ser prejorativos nos dias atuais, mas o que o pessoal quer é o som, não é mesmo? e isso o, JEW tem muito oferecer. Após largar sua gravadora, Capitol, e assinar com a gravadora de Stevem Spielberg, com liberdade total de criação e nada de influências de fora, lançam em 2001 esse baita cd, que já chegou a platina em vendagens e teve sua capa trocada (a foto aí é a original), mudada para self-titled, por causa dos eventos do 11 de setembro. O disco ja abre com uma sessão de sucessos um atrás do outro, é a pesada "Bleed American", a maravilhosa "A Praise Chorus" e a pop "The Middle" e foi exatamente com essas músicas que a banda conseguiu seu espaço no mainstream. Sâo 12 músicas cheias de melodia, que misturam um pop com rock, executadas muitas vezes com raiva ("Get It Faster") e as vezes com emoção ("Hear You Me"). Apesar de tudo o que o pessoal mais hard fala dessa banda, eu continuo admirando e gostando, pois o som tem muita qualidade, e por isso que to postando aqui, clique na capa e baixe o disco.

Iron Maiden - Somewhere In Time

Iron Maiden vai ser sempre a minha banda do coração, pois já são anos escutando e os caras não param nunca, sempre fazendo ótimos trabalhos, e por isso eu ainda tenho a esperança de ver algum show deles, toda sua estrutura e energia. Sempre me encantei com a estrutura dos caras, desde o iníco de carreira, quando botavam seus amigos vestidos de Ed (o mascote) era tosco, mas era genial, os caras faziam questão de gastar o pouco que ganhavam para fazer isso, e junto com a música deles, foi que me levou a curtir o som. O Maiden é um das bandas mais populares do mundo, qualquer lugar que tu vá, sempre vai ter um maluco com uma camiseta delas, e foi assim que eu conheçi, a banda, vendo sempre as capas maravilhosas, e esse álbum em especial, tem uma das capas mais ricas, interessante e afudê mesmo. o Cenário Blade Runner há inumeras citações dos discos anteriores e as músicas deles, como o relógio marcando 23:58: "2 Minutes To Midnight", ou a enorme pirâmida na contra capa que leva ao cd Poweslave. O cd é marcado pelo primeira vez, o uso de sintetizadores nas guitarras (quem é fã, ja ta cansado de escutar isso) que da uma sonoridade bem legal e experimental para a banda, em ótimas músicas como "Heaven Can Wait", "Wasted Years", "Sea Of Madness", enfim, todas músicas, sem exceção são do caralho. Uma observação interessante é que esse cd, foi o primeirco com Dickinson que não contém nenhuma música com autoria dele. Clique na bela capa e baixe o cd.

Madball - Legacy

Pra começar, devo dizer que Madball é uma das minhas bandas preferidas, por causa do seu estilo NYHC (New York HardCore) de ser. A banda surgiu em 89 quando o irmão menor de Roger Miret, vocalista da lendária banda Agnostic Front, deixava ele pegar o microfone dos show, e aí surgia a história de Freddy Cricien. Primeiro a banda era toda do Agnostic Front, só com a voz de Fred, e a medida que a coisa ia ficando séria, a banda foi tomando seu próprio rumo e seu próprio estilo, deixando um pouco de lado a velocidade que era evidente nos primeiros cds pra dar lugar ao peso, mas sem deixar de lado a agrassesividade, típico do pessoal do NYHC. Legacy (Mesmo nome do jatinho tão falado) é o último trabalho dos caras, lançado em 2005, e é com certeza um dos melhores trabalhos da banda, sendo distribuído pela xLiberationx no brasil, e com duas passagens aqui só esse ano (infelizmente, só vão pra SP, e os gaúchos, acabam ficando na mão). baixe clicando na capa, e se jogue no mosh (A "dança" pessoal, não confudam com stage dive) ao som dos "Reis do NYHC".

quarta-feira, novembro 22, 2006

Tomahawk - Tomahawk

Tomahawk é um dos inúmeros projetos do mestre Mike Patton, lançado em 2001, é um projeto que lembra um pouco a fase King For a Day do FNM. A banda é composta por Mike Patton, nos vocais e na sua "mesa de bizarrices", Duane Denisson , do Jesus Lizard, nas guitarras, Kevin Rutmanes, do Cows e do Melvins, no baixo e na batera, John Stanier do Helmet. O cd, é um disco conceitual, documentando os eventos, emoções e a psicologia de um serial killer, bem coisa do Patton. A história é como um filme, começando pelo fim, na primeira música "Flashback", onde o serial killer esta na psicologa, falando da sua infância. O som é pesadão, meio experimental, não tanto quanto ao Fantômas, mas nem tão acessível quanto o Faith No More, é o que alguns chamam de Metal Alternativo. A banda já lançou outro cd, que é chamado de Mit Gas, mas por enquanto fica esse para vocês curtirem a machadada de Patton. Clique na capa e baixa o som.

terça-feira, novembro 21, 2006

Fugazi - 13 Songs

Após o fim da lendária banda punk Minor Threat, o membro principal Ian MacKaye resolveu mudar um pouco de estilo, formando o Fugazi, em 87, como um trio, mais tarde chamando o outro vocalista Guy Piccioto, que é o lance legal da banda, a troca de voz, que fica do caralho. 13 Songs é um álbum fundamental, que junto os 2 primeiros demos Fugazi e Margin Walker. Marca a mudança do hardcore pra alternativo, tocando um som mais devagar, mas com a mesma energia característica de Ian, que é algo fora do normal, para alguém que seje sXe e formando um pouco da base do que seria chamado de emocore. Lançado pela sua própria gravadora, Dischord, 13 Songs é um grande marco para o Pós-Punk. clique na capa e divirta-se.

Metallica - Kill 'Em All

Umas das coisas mais importantes para uma banda é o álbum de estréia, e com o Metallica eles botaram pra fudê. Assim como o Maiden, o primeiro cd da carreira dos dois são meus preferidos e o Kill 'Em All faz por merecer. Nessa época, a banda podia dizer que era a banda mais rápida do mundo, e você nota quando começa a tormenta de "Hit The Lights", agressividade pura, a voz rasgada de James e os solos cortantes de Kirk, que na época era aluno de Joe Satriani, batera veloz do Lars e em matéria de baixo, é uma aula, com o mestre Cliff Burton. Line-Up mais foda da banda (Mas eu gosto do Jason também). Tem aquele velha histórinha das brigas entre Dave Mustaine com James Hetfield e Lars Ulrich, por causa do seu comportamento e seu vício alcólico, fez com que mandassem ele embora, mas deixou ótima composições como "Hit The Lights", "Jump In The Fire", "Phantom Lord" e "Metal Milita". Era notável a influência de bandas pesados britânicas como o Sabbtah, Motörhead e Venom misturadas com a velocidade e agressividade dos Misfits. Quando eu falei em aula de baixo, eu me referia a "(Anesthesia) Pulling Teeth", que foi a música que a banda conheçeu Burton, pensanvam que era som de uma guitarra, mas no entanto era Cliff quebrando tudo com pedal de wah-wah. Sem contar que aqui está um dos maiores clássicos, não só do Metallica mas do metal que é "Seek And Destroy", um arrasa-quarteirões. O álbum que inaugurava um novo estilo musical, o Thrash Metal, clique na capa e baixe, discão.

V. Spy V. Spy - Spy File - The Best Of

Meu deus, que briga pra achar a capa desse cd (em boa resolução), impossível, rodei a internet e não encontrei em nenhum lugar, então peguei no blog do Gambrinus, que vai meu agradeçimento, por ter postado esse disco. Eu nem sei o que falar direito, eu fiquei totalmente sem palavras quando vi esse cd lá, simplesmente foi o cd que eu mais ouvi em toda a minha vida, desde criança eu escuto Spy. Eu lembra, eu devia ter meus 6 ou 7 anos, e meu pai chegou com esse cd em casa, mal conheçia, um cara de uma loja de cd vendeu pra ele dizendo que era bom, na época em que cd original era barato, e que todos nós compravamos. Pois então, no carro, só tocava esse cd, em casa só esse cd, era só Spy, até o dia em que roubaram ele junto com uma caixa de 50 cds de música. Passado um ano ou dois, eu junto uma grana e fui lá em uma loja e comprei ele de novo, e quando botei no cd do carro e começou os primeiros acordes de "All Over The World" foi um êxtase total, lembro muito bem. Então, o Spy, como é conheçido (originalmente era Spy vs. Spy, mas como a revista Mad tem os quadrinhos ja registrado com esse nome, mudara para V. Spy V. Spy), é uma banda australiana, que faz um som que foi rotulado como surf music, por apareçer na mídia brasileira ao mesmo tempo de Autralian Crawl e Midnight Oil, mas o Spy tem um grande diferencial, que é as letras, de cunho social, político e ambiental por terem origem de um favela da cidade de Sidney. A banda é extremamente popular no Brasil, comparando com o resto do mundo, nem a banda tinha idéia disso quando veio pra cá, e acabou ficando por aqui por uns tempos a gravaram cd ao vivo. Coletânea desde o início da banda, em 81 até 91, quando foi lançado, contendo ótimas músicas, como o sucesso "Clarity Of Mind", "Hardtimes", "Harry's Reasons" . Post com clima nostálgico para mim, clique na capa e confira.

segunda-feira, novembro 20, 2006

Hüsker Dü - Candy Apple Grey

Quinto e penúltimo álbum dessa ótima banda de Minessota, que também é marcado por ser o primeiro disco da banda por uma major, no caso, a Warner. Esse disquinho aí marca a mudança de som da banda, saindo do hardcore punk frenético do início da carreira, mas que ainda pode ser conferido na primeira canção "Crystal", para o rock alternativo, um som mais introvertido, menos enérgico, e até com a presença de um violão, mas que é de ótima qualidade.
O disco marca talvez o ápice, do trabalho de composições do guitarrista Bob Mould e do baterista Grant Hart, como por exemplos as músicas "Sorry Somehow" e "Don't Wanna Know If You Are Lonely", ambas escritas por Hart, que até apareceram na MTV.
Os fãs não acreditavam que a banda ia conseguir fazer um grande saindo na cena independente e agora, usufruindo as facilidades de uma gravadora, mas eles conseguiram fazer um ótimo cd, que é tão acessível quanto os outros três cds. Clique na capa e confira.

domingo, novembro 19, 2006

Hatebreed - The Rise Of Brutality


Raiva, ódio, ira, violência, vingança e protesto.

Download

sexta-feira, novembro 17, 2006

Brujeria - Matando Güeros

Como o Júlio tinha dito no cd do Immolation, sobre bandas "tops" do Death Metal, que estão no mainstream, Brujeria é uma delas com certeza. Não só pelo som, mas pela atitude. Atitude? Pois é, alguns chamam de marketing, mas vamos lá. A banda sempre teve boa divulgação, por lançarem pela Roadrunner logo de cara, e por quê? Pois o Brujeria era um "dreamteam" que resolveu fazer algo diferente de todo mundo, e é por isso que é uma das bandas mais conheçida, nesse segmento. E o que eles faziam? Bom, cantar Death em espanhol era algo que ninguém fazia em 89, se vestir como traficantes, zapatistas e exaltar Pablo Escobar, falar do capeta (Não poderia faltar), letras sobre drogas, morte, bruxaria, resumindo "Narcos Satânicos". Além disso a banda, não usava seus nomes de verdade, eram algo do tipo Juan Brujo, Asesino, Güero sin Fe. Quando falei em "dreamteam", não falei quem eram os rapazes, já tiveram presença de Dino Cazares (Asesino, guitarrista do Fear Factory), Nicolas Barker (Hongo Jr., batera do Dimmur Borgir e Cradle of Filth), Billy Gould (Güero Sin Fe, baixista do Faith No More), Shane Embury (Hongo, baxo do Napalm Death), Raymond Herrera (El Angelito, batera Fear Factory). Outra jogada de marketing era cirar lendas e mitos sobre a banda, por exemplo, dizer que o vocalista Brujo, fazia rituais satânicos, Mulheres de algumas cidades mexicanas teriam desaparecido repentinamente, pois teriam sido usadas em rituais e que a cabeça da capa do cd era de um ritual satânico e que o FBI acreditava que a banda seria um grupo de traficantes, chamados Narocs Satanicos.
"Matando Güeros" foi lançado em 1993 e traz um Brujeria em ótima forma, fazendo seu som brutal, um hardcore punk extremo, meio Death, meio Grind, rótulos para pancadaria não falta, mas o que vale é que é porrada mesmo. Esse disco foi proibido em diversos países graças a bela capa, que é por causa do nome, "Güeros" é uma gíria tipo "White Man", americano, alemão, pele branca. Esse é um dos temas abordados no cd, assassinatos de americanos, atravessar a fronteira, enfim, só desgraçeira. Só de você ver o nome de músicas como "Seis seis seis", "Misas Negras", "Sacrificio", ja dá uma idéia do que se trata o som, são 19 musicas, porrada atrás de porrada, sem dar tempo de respirar. clique na capa e baixe o som. VIVA EL MEXICO!

quinta-feira, novembro 16, 2006

Iggy Pop And The Stooges - Raw Power

Um dos discos mais unfluentes da música, com certeza, mas que hoje em dia eu vejo é mais gente babando ovo pra eles do que curtindo realmente o som. O pessoal só fala "Iggy Pop é foda" só porque a gurizadinha indie curti, ou a gurizidinha que se acha punk, mas enfimé um disco realmente foda. Esse cd marca a primeira ajuda de uma das parceirias mais produtivas, que foi Davide Bowie com o Iggy Pop. Bowie era um grande fã do Stooges, e resolveu ir até os Estados Unidos para ajudar seu ídolo, que foi encontrado quase como um medigo, jogado, quase morrendo por causa da abstinência da heroína, mas conseguiu levar ele pra Inglaterra junto com os irmãos Asheton, e mixou o cd. Então vamos falar do cd, guitarreiras agudas comendo solto, chega te deixar surdo, a bateria seca, louca pra furar tua cabeça, baixo pesadão, que faz uma ótima cozinha e a voz enfurecida do Iggy querendo de enlouquecer com aqueles agudos que só ele consegue. Quando tu começa escutar o disco, já vem a caótica "Search And Destroy", um exemplo de como se toca uma música com vontade, com raiva, com certeza, essa música procura e destrói tua mente. Enquanto os Stones pediam proteção, Iggy pedia perigo em "Gimme Danger" que é outro Rock'n'Roll fudidão do cd, que tem um ritmo muito bom. Enfim, só com músicas boas, que mostram as letras irônicas, ou mais "sensuais" como "Penetration" e a voz extremamente rasgada do Iggy na faixa "Your Pretty Face Is Going To Hell" que é recheada de solos guitarrísticos e gritinhos, do caralho. Um cd digamos que, "essencial", clique na capa e baixe o disco.

AC/DC - Back In Black

Ontem, tava olhando meus cds e de repente eu vejo meu primeiro cd do AC/DC, piratão, a capa era do Let There Be Rock, com as músicas do Back In Black, e então lembrei: "Putz, eu não postei nada de AC/DC ainda no blog, mas que baita imbecil". Esse cd eu comprei quando eu tava na 5a série, começando a me interessar por rock (Junto com esse, comprei o The Best Of The Beast, mas que tinha a capa do The Number Of The Beast, aqueles copiadores não tinham noção nenhum entre capa/cd). Mas vamos ao que interessa, esse cd marca uma nova fase dos Australianos, depois do grande sucesso do cd Highway to Hell, a banda tinha tudo para dar certo, mas uma tragédia acontece, o vocalista Bon Scott é encontrado morto, causa? a mesma de sempre, alto consumo de drogas e bebida, foi encontrado no morto carro de um amigo, pois tinha pedido para dar uma cochilada. Ninguém nunca imaginou de isso acontecer, e muitos acreditavam no fim ou na queda da banda, e então surge nosso querido Brian Johnson, que entra na banda em 1980 e ajuda a faser um disco em tributo ao vocalista Bon Scott. E novamente, o que ninguém esperava, um puta de um cd, que vender loucuras, lotados de hits, como a faixa-título, "Hell Bells", "You Shock Me All Night Long", "Shoot To Thrill" e "Rock And Roll Ain't Noise Polution", que são músicas que são executadas em quase todos os shows da banda. Disco clássico e fundamental do Hard Rock, clique na capa e baixe essa maravilha.

terça-feira, novembro 14, 2006

CKY - Volume 1

Primeiro disco dessa banda Americana do estado da Pennsylvania, que ficaram famosos graças ao nosso amigo Bam Margera e sua trupe de imbecis abobados. Eu já havia dito isso antes, quando postei o ótimo cd Infiltrate.Destroy.Rebuild da mesma banda. O fato é que Bam Margera é irmão de Jess, o batera do CKY, e por aí que eles conseguiram botar o nome deles na mídia. Mas não foi só por causa disso não, se eles conseguiram alguma coisa com a música, foi porque eles são bons e realmente é isso mesmo. Volume 1, é o primeiro disco da banda, lançado em 1999, que já saiu com o nome de Camp Kill Yourself, Volume One, Camp, Camp Volume 1 pois não tinham se firmado em uma gravadora, e esse processo occoreu com o nome da banda, que originalmente era Camp Kill Yourself, mas como os produtores acharam "forte" de mais, pediram para mudar lançando como Camp e logo após CKY. E como não podia ser diferente, as capas dos discos foram sofrendo mudanças, como podemos ver aí ao lado, em cima a primeira edição, e em baixo a última, que já teve impressa em outras cores e que futuramente vai mudar, pois o CKY caiu fora da Island. Mas vamos falar do que interessa que é o som dos caras. O cd abre com a música mais conheçida deles "96 Quiet Bitter Beings" que apareceu na trilha do Tony Hawk Pro Skater 3. Eles tocam um som meio experimental, com guitarras saturadas, que lembram Helmet e Deftones ás vezes, Riffs de guitarras constantes que lembram certas vezes Led e Sabbath, sintetizadores e a voz grave incomum de Deron Miller. Das bandas atuais que podemos conferir hoje em dia, CKY é uma das que mais me chama atenção, então se tiver afim de conheçer o som deles, clique na capa (Qualquer uma) e baixe o primeiro cd deles.

Black Sabbath - Paranoid

Eu nem sei direito como começar, porque é um clássico fudido, começando pela formação, que pra mim foi a mais tri de todas, com o Ozzy Osbourne nos vocais (Aquela época ele tinha credibilidade, hoje coitado, é um velho babaca que só fala besteira), Tony Iommi "Rei dos Riffs" nas guitarras, Terence "Geezer" Butler no baixo e Bill Ward na batera. O álbum foi lançado em 1970 e originalmente se chamaria War Pigs, nome da primeira faixa do disco, mas a gravadora prefiriu pôr Paranoid, pois não seria tão ofensivo, em tempos de Guerra do Vietnam. Agora falando das músicas, como eu disse, o disco já começa com "War Pigs", puta que pariu, isso que é música, e depois nada mais que a faixa-título: "PARANOID". Eu desconheço um ser vivo que nunca tenha ouvido essa música. Na seqüência, a quase psicodélica "Planet Caravan", pra acalmar os ânimos e ja emendam "Iron Man", outra puta de uma música que é clássica do Sabbath. O disco continua com "Electric Funeral" e "Hand Of Doom", mostrando o que o Heavy Metal era capaz. Mais além a instrumental "Rat Salat" com um riff cortante da guitarra de Iommi e os rolos inacabáveis de Bill Ward e fecham o cd com "Faires Wear Boots" que é maravilhosa, putz, cd perfeito. Junto com o primeiro disco, são meus favoritos, quando estavam em sua melhor forma. Se você não sabe do que eu tô falando, faz favor de baixar o disco clicando na capa, e isso serve pra você que quer matar a saudade escutando um bom e velho Sabbath!

Dinosaur Jr. - Green Mind

Green Mind não foi nenhum campeão de vendas ou bem recebido pela crítica como You're Living All Over Me ou Bug, bem pelo contrário, poucos dêram valor a esse cd, mas eu acho ele sensacional, por isso estou postando, lógico. O Dinosaur Jr. sempre foi meio instável no quesito formação, e esse cd ilustra muito bem isso. J. Mascis, guitarra e vocal, cabeça da banda, havia mandado embora o baixista Lou Barlow, que formou a banda junto com Mascis e resolveu gravar o cd inteiro sozinho, com exceção da bateria, que foi gravador por Emmet Murph, não que Mascis não soubesse tocar, muito pelo contrário, o cara começou o Dinosaur tocando batera e atualmente toca também no seu projeto de Heavy Metal, Witch. O cd já abre com a música mais conheçida do disco: "The Wagon", uma música temperada por letras depressivas, vocais desleixados e riffs melódicos. Esse foi o primeiro a ser lançado por uma major e outro aspecto interessante foi a turnê do disco, que a banda de abertura era nada mais que Nirvana, mostrando seu recém lançado Nevermind, ofuscando totalmente a turnê do Dinosaur Jr. Ótimo cd desssa banda que influênciou muito a música anos 90, baixe o disco clicando na capa.