quarta-feira, abril 02, 2008

Dying Fetus - Stop At Nothing


Dying Fetus é um bom exemplo de banda cuja técnica e brutalidade são exorbitantes. É um som que prova aos descrentes que existe, sim, bandas inteligentes no estilo, tanto musicalmente como liricamente falando. Fato que existem bandas que fazem um som sem nexo somado a letras inúteis e que estão dentro do estilo death metal, mas é preciso saber separar.
Stop At Nothing foi lançado três anos depois do Destroy The Opposition, já nos mostrando a banda bem mais evoluída. Eles já faziam um som excepcional antes, mas aqui definitivamente ficou mais técnico, brutal, surpreendente e empolgante. Por conseqüência, também prende mais à audição. Se você ainda não conhece, tente imaginar uma banda tocando um som com uma bela mistura de death metal (vocais guturais; bateria com blast beat), hardcore (versos com bases de guitarras simples, geralmente em power chords; bateria característica do estilo; letras) e math metal/core (arranjos absurdos e repentinos; caoticagem técnica; estruturas fora do padrão). Difícil, realmente bem difícil descrever assim. O melhor de tudo é que existe um bom equilíbrio, com cada estilo tendo pinceladas discretas no seu decorrer. No final, acaba sendo exorbitante, como foi dito, mas não soa forçado. Escute Beneath The Massacre - é uma das bandas mais técnicas do mundo, mas enjoa rápido; Dying Fetus não! Para comprovar o que digo, escute "One Shot, One Kill".
Se gostar, escute também o mais recente álbum War Of Attrition. Não é tão bom como esse, mas indiscutivelmente possui qualidades. E não deixe de escutar Misery Index, outra ótima banda que possui ex-membros do DF na formação.
Download.

3 comentários:

Anônimo disse...

pela sua descrição parece extol na época undeceived. que depois ficou melhor no synergy.

Anônimo disse...

eu vouno show deles haiuheiuaheihaiue

Thunderfight disse...

É impressionante mesmo!
Que técnica, sincronia entre os instrumentos. A velocidade de tudo.
Essa banda transmite um som brutal e que realmente te coerência em tudo.
A muito, muito tempo eu não ouvia um Death Metal que chamasse tanto a atenção assim.
Fantástico!