
Para o pessoal fã de Faith No More, como eu, de todos os projetos do Patton, o que mais se assemelhava vom o Fenemê era o Tomahawk, principalmente a época do King For A Day, e até então, de todas as bandas que ele tinha entrado, essa era a banda mais acessível, auditivamente falando (Ao lado do Peeping Tom, é claro). Mas há uma diferença, pois esta banda, não é o Patton, quem manda na jogada, ele é apenas o dono da gravadora e faz papel coadjuvante, nos vocais, pois toda a parte criativa, fica a cargo de Duane, o insano. O cara teve que fazer um trabalho imenso para ter material pra este disco, pois queria algo que tivesse a cara da cultura indígena americano, de onde surge o nome e da banda, e para isso, trabalhou com Hank Williams III, e fez inúmeras pesquisas sobre a cultura, e principalmente a música indígena, pois não haviam bandas nativas que tocassem o som nativo mesmo, e sim um country-blues ou new age.
E essa é a grande diferença desse disco para os outros dois, Duane e Stanier trabalharam juntos e gravaram toda a parte instrumental e Patton, gravou em San Francisco os vocais. São 13 sons bem cabreiros, meio ambientais e osbcuros, músicas erudtitas, de forma agressiva, insana e pertubadora, e muito diferente do que a banda já fez. Na primeira audição, pensei: "Porra! Que que os caras fizeram?", mas depois de mais algumas escutadas, eu vi que a proposta de música é bem outra, e alguns fóruns, já li fãd dizendo que esse é o melhor disco. Bom, eu não um disco tão do caralho pra matar o primeiro da banda, mas é com certeza um trabalho curioso e bem feito, merece uma ouvida. E pra fazer isso, basta clicar na capa.
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